Monthly Archives: January 2014

Primeirona – Artigo de Luis Fernando Veríssimo

O poeta inglês Rupert Brooke morreu durante a Primeira Guerra Mundial. Era moço, bonito e um poeta passável. Morreu em 1915, um ano depois do começo da guerra. Num dos seus poemas, intitulado O Soldado, ele tinha escrito: “Se eu morrer, pense apenas isto de mim. Que há uma cova num campo estrangeiro que será,… Read More »

A beleza maior – Artigo de Luis Fernando Veríssimo

A beleza da Itália conspira contra os seus cineastas. Por mais dramáticos que sejam os filmes, eles serão sempre, antes de qualquer outra coisa, belos folhetos turísticos. E, por mais que tentem retratar a crise moral do nosso tempo, sempre acabam retratando um estilo de vida invejável, uma doce crise. Você saía do filme seminal… Read More »

Os caçadores de cabeças do andar de baixo – Artigo de Elio Gaspari

Em 2011 um grupo de jovens executivos colocou-se a seguinte questão: o que se pode fazer para ajudar uma criança pobre que tem um brilhante desempenho escolar e enfrenta a lei da gravidade social que tenta retê-la no andar de baixo? Nasceu assim o “Primeira Chance”. Ontem, em Fortaleza, cinco desses executivos passaram o dia… Read More »

Hollande, nosso herói – Crônica de Luis Fernando Veríssimo

Acho que falo por todos os gordinhos sem graça do mundo, por todos os homens por quem ninguém dá nada, todos os com cara daqueles tios que nas festas de família ficam num canto e nem os cachorros lhes dão atenção, ou fazem xixi no seu sapato, todos os que se apaixonam mas não têm… Read More »

Olhos cor de âmbar – Crônica de Luis Fernando Veríssimo

A decoração estava diferente. As toalhas eram de outra cor. Os quadros tinham desaparecido das paredes. E ele não reconhecia nenhum dos garçons. – O que houve? – perguntou a um dos desconhecidos. – Pardon, monsieur? – O que houve com este lugar? Está tudo mudado. – Não, não. Desde que eu trabalho aqui, nada… Read More »

Bruxarias do mercado em ano eleitoral – Artigo de Elio Gaspari

O fato de um sujeito ser paranoico não impede que ele esteja sendo seguido. A doutora Dilma reclamou que seu governo sofre uma “guerra psicológica”. Nada mais natural para um comissariado que vive sob a mentalidade do sítio, julgando-se perseguido pela imprensa, pelos aliados e pelo mercado. Mesmo assim, o paranoico pode estar sendo seguido.… Read More »