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Canção de barco e de olvido – Poema de Mário Quintana

Para Augusto Meyer Não quero a negra desnuda. Não quero o baú do morto. Eu quero o mapa das nuvens E um barco bem vagaroso. Ai esquinas esquecidas… Ai lampiões de fins de linha… Quem me abana das antigas Janelas de guilhotina? Que eu vou passando e passando, Como em busca de outros ares… Sempre… Read More »