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Cartas de Meu Avô – Poema de Manuel Bandeira

A tarde cai, por demais Erma, úmida e silente… A chuva, em gotas glaciais, Chora monotonamente. E enquanto anoitece, vou Lendo, sossegado e só, As cartas que meu avô Escrevia a minha avó. Enternecido sorrio Do fervor desses carinhos: É que os conheci velhinhos, Quando o fogo era já frio. Cartas de antes do noivado…… Read More »