Tag Archives: Num monumento à aspirina João Cabral de Melo Neto

Num monumento à aspirina – poema de João Cabral de Melo Neto

Claramente: o mais prático dos sóis, o sol de um comprimido de aspirina: de emprego fácil, portátil e barato, compacto de sol na lápide sucinta. Principalmente porque, sol artificial, que nada limita a funcionar de dia, que a noite não expulsa, cada noite, sol imune às leis de meteorologia, a toda hora em que se… Read More »