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A puberdade abstrata – Crônica de Paulo Mendes Campos

Sempre me encantou a liberdade dos cegos correndo para a morte. Música de redenção cobria-me de emoções praieiras. Flores altas, espontâneas, desmentiam a vida. Ondas que o mar brincava nas rochas informavam o sagrado, aventuras que se desatam de santa rebeldia. Galhos espiralados contra o céu, sabor de terra no meu sangue, tudo subornava em… Read More »