Tag Archives: Crônica de Luís Fernando Veríssimo

Grunhido eletrônico – Crônica de Luis Fernando Veríssimo

“Querida Arroba Misteriosa. Sim, aceito casar com você. Será que o nosso será o primeiro casamento a nascer neste chat site? Pode dar matéria em revista. Engraçado como são as coisas. Meus bisavós namoravam por correspondência. Foi um casamento arranjado pela família, a parte que emigrou e a parte que ficou na Europa. Só se… Read More »

Nádegas Redolentes – Crônica de Luís Fernando Veríssimo

Ela era irresistível quando acordava. Tinha até um cheiro diferente, que desaparecia no resto do dia. Um cheiro morno. Cheiro de leite morno, era isso. Com um inexplicável toque de baunilha. Mas ela acordava de mau humor. Quente, cheirosa, apetitosa e emburrada. Nem deixava ele beijá-la na boca. “Eu ainda não escovei os dentes!” E… Read More »

A Cláusula do Elevador – Crônica de Luís Fernando Veríssimo

Porque eram precavidos, porque queriam que sua união desse certo, e principalmente porque eram advogados, decidiram fazer um contrato nupcial. Um instrumento particular, só entre os dois, separado das formalidades usuais de um casamento civil. Nele estariam explicitados os deveres e os compromissos de cada um até que a morte — ou o descumprimento de… Read More »

Seios e Rembrandts – Crônica de Luís Fernando Veríssimo

Não é o assunto mais, digamos, palpitante do momento, mas os seios falsos têm significados culturais e até filosóficos que transcendem o meramente reflexivo enquanto divagação psicossociológica per se. E eu, pelo menos, não tenho nada melhor para fazer nos próximos três minutos, portanto vamos lá. Recentemente uma celebridade reagiu à idéia de que seus… Read More »

A Angústia das Savanas – Crônica de Luís Fernando Veríssimo

Uma das tantas teorias sobre o começo da civilização é a da angústia do pênis exposto. Quando os primeiros hominídeos desceram das árvores e foram viver na savana, uma das conseqüências de andarem eretos e terem que se espichar para pegar as frutas foi que seus órgãos sexuais ficaram expostos ao escrutínio público. Antes de… Read More »

A Cigana Búlgara – Crônica de Luís Fernando Veríssimo

A família era tão grande que, quando contaram ao dr. Parreira que seu sobrinho Geraldo tinha viajado para a Europa, ele precisou ser lembrado: qual dos sobrinhos era, mesmo, o Geraldo? – O Geraldinho da Nena. Largou tudo e foi para a Europa. O dr. Parreira sorriu. Desde pequeno o Geraldinho, filho único de mãe… Read More »